04/03/25

Descanso

Olá, pessoa que chegou aqui! Tudo bem com você? Eu vou indo bem, um pouco melhor que da última vez que sentei pra escrever, mesmo tendo sido ontem.

Ontem eu estava meio desanimada, por conta da questão de morar aqui, ter que fazer todo o processo da mudança, e ainda por cima lidar com as coisas de sempre - mãe vivendo numa obsessão por impressionar os outros. Além, é claro, de, mesmo não estando aqui, ela ficar toda hora mandando mensagem perguntando se tirei o lixo, se lavei a louça, etc etc etc. 

Confesso que é bem irritante - sou adulta, morei sozinha por um bom tempo, e minha casa sempre foi bem cuidada. Mas como eu não fazia as coisas do jeito dela, estava fazendo 'errado'. Sabe como é, tem mães que são assim, controladoras. 

Uma das coisas em que sempre batemos de frente foi que, quando eu morava sozinha, nunca tive um 'dia de faxina' em casa. Ia fazendo as coisas de acordo com o que via. Tomei um banho, e o piso do chuveiro estava meio engordurado? Sem problemas, levava uma vassoura para o banheiro, e no próximo banho, já dava uma esfregada. A privada precisava de uma limpeza? Tranquilo, era pra isso que eu sempre deixava um produto de limpeza atrás do sanitário e a escovinha. Em dois tempos estava limpo de novo. Pia da cozinha meio suja? No fim do dia dava uma limpada. Desse jeito, quando chegava no fim de semana, o máximo que eu precisava fazer era lavar roupa e passar um pano no chão pra deixar o piso brilhando.

Ela odiava isso. Acho que ela via que eu tinha uma vida "fácil", não tendo que me matar de limpar a casa pra impressionar visitas imaginárias. Hoje em dia é a mesma coisa. Eu faço o possível para manter tudo limpo, mas sem entrar em desespero, sem ficar pensando no que os outros vão falar. E isso é tudo o que importa a ela.

Mas estamos no Carnaval, e a empresa nos deu até quarta-feira de folga. Então, silenciei todos os grupos do trabalho, deixei o email pra lá, e estou descansando o corpo, a mente e o braço machucado. E tentando não deixar a obsessão da minha mãe por (até de outra cidade) controlar tudo o que eu faço me aborrecer demais.

Mas por enquanto é só isso mesmo! Agora vou continuar descansando, que amanhã já é quarta, e quinta eu já volto ao trabalho! Depois eu volto com mais!

Um abraço carinhoso, e até o próximo post!

03/03/25

Mudanças… literais, no caso

Olá, pessoa que chegou aqui! Tudo bem com você? Espero que sim! Eu vou indo bem, e hoje é um daqueles dias que a gente escolhe um tema aleatório e vai com ele mesmo!

Na verdade, eu estou mais aqui pra atualizar você que me lê (se é que tem alguém lendo) sobre o que andei fazendo desde a última postagem. E o que eu andei fazendo foi me mudando.

Esta mudança já estava mais ou menos planejada, mas eu sou daquelas pessoas que só acredita em dividir as coisas quando já estão feitas ou pelo menos certas, ou quase. No meu caso, a mudança já estava certa há um tempo, mas a data e o que exatamente a gente ia ou não trazer não… então esperei antes de compartilhar qualquer coisa.

Finalmente nos mudamos sexta passada. Foi uma correria. Tínhamos agendado com o rapaz da mudança para que ele viesse às 8h. Assim, eu poderia ficar ausente só na parte da manhã, ajudar na mudança e voltar ao trabalho de tarde. Esse era o plano, mas como tudo que envolve a moça que ficou no nosso antigo apartamento, atrasou. O homem disse que não tinha caminhão, e só daria pra pegar um mais tarde. E foi a hora passando. E nada de o homem aparecer. A moça passou lá e nos deu uma ajuda arrumando as coisas (nisso eu tenho que admitir, ela é ótima, pau pra toda obra), o que ajudou muito porque eu estou com o braço esquerdo machucado e não posso fazer nenhum esforço com ele.

Depois de esperar muito, pedimos o almoço lá pras 11:30 (até porque a gente já tinha guardado tudo de cozinha e uma parte já estava aqui no novo apê), comemos, e voltamos a esperar. Lá pras 13 e pouca o moço finalmente apareceu, e eu tive que vir correndo pra continuar o trabalho, porque estava super ocupada, e nem pude ajudar muito. Só consegui ir carregando alguns sacos e arrumando dentro de casa o que meu pai trouxe.

Foi, como toda mudança, cansativo. Ainda não colocamos tudo no lugar – a maioria das minhas coisas já coloquei, mas ainda falta um pouco. Precisamos consertar o interfone. E a mãe ainda nem se acomodou no novo apartamento e já está começando a dar os pitis dela. Mas paciência, paciência. Aos poucos as coisas vão entrando nos lugares. Mas uma pequena parte de mim se arrependeu de ter investido praticamente tudo o que eu tinha de poupança neste apartamento aqui. Achei que fosse ter um espaço e um pouco de paz. Mas a única coisa que mudou foi o lugar.

Tenho que fazer um plano B, mas não tem problema. Logo logo eu faço.

Mas por enquanto é só isso mesmo! Agora vou descansar meu pobre braço dolorido! Depois eu volto com mais!

Um abraço carinhoso, e até o próximo post!

15/02/25

A origem da claustrofobia

Olá, pessoa que chegou aqui! Tudo bem com você? Espero que sim! Eu vou indo bem, e voltei aqui pra falar um pouco mais sobre o assunto do post anterior - a claustrofobia. Como falei no post do dia 09, eu tive um ataque de pânico por conta da claustrofobia - problema que tenho desde criança. Mas não consegui falar sobre a origem do problema.

E foi pra isso que voltei aqui hoje. Bora lá? Bora!

Isso foi um bom tempo atrás. Quando eu tinha 11 anos, estávamos passando as férias na cidade natal da minha mãe, como sempre fazíamos quando éramos crianças. Estávamos por lá, e uma das nossas primas resolveu nos levar para passear no carro do pai. Coisa bastante normal, a gente costumava ir tomar banho de rio tranquilamente, e voltar sem qualquer problema. Mas nesse dia, claro, não foi assim.

Estávamos no carro: a prima, uma tia (que não era a mãe da prima), meu irmão, minha priminha de 5 anos, e eu. Como era bem normal naquela época, ninguém estava de cinto de segurança. Coisas dos anos 90, sabe como era. Se não sabe... bem, eu acho que perdeu algumas coisas legais. Mas não é meu lugar determinar isso. Sou apenas uma narradora de fatos. Continuando...

Não lembro direito se o problema ocorreu na ida ou na volta, mas acho que foi na volta. Estávamos indo de boa, e passamos por uma rotatória. A estrada era horrível, coisas de interior. E em algum ponto, passamos em cima de um buraco, e nisso o bendito carro saiu voando e capotou algumas vezes, antes de parar com o teto do carro no chão, poeira pra tudo que é lado, e as duas adultas inconscientes. Cada um de nós fez uma coisa no desespero. Meu irmão (um ano e meio mais velho que eu) saiu do carro não sei por onde, e começou a tentar virar o carro de volta para a posição certa. Minha priminha (como era de se esperar de uma criança) começou a chorar. E eu, que entrei em pânico, achando que a prima motorista e a tia estavam mortas e que a prima pequena iria morrer se a gente não saísse do carro, comecei a socar um vidro para sair, arrebentando minha mão toda.

Eu não lembro muito bem dos detalhes - foi há muito tempo e eu estava apavorada -, mas um caminhoneiro que estava passando nos viu e parou para nos ajudar. Não lembro como, mas ele conseguiu nos dar uma carona de volta para a casa da avó. Felizmente, o ferimento da prima não foi sério, a tia ficou bem, a priminha não se machucou. Só eu mesma me machuquei - o pescoço machucado, uma concussão, e a mão esquerda toda ferida com os pedaços de vidro. E, claro, depois disso eu fiquei com um verdadeiro pavor de ficar presa em qualquer lugar. Ou de ter a sensação de que estou presa. E essa foi a origem da minha claustrofobia.

Mas por enquanto é só isso mesmo! Depois eu volto com mais!

Um abraço carinhoso, e até o próximo post!

09/02/25

Claustrofobia

Olá, pessoa que chegou aqui! Tudo bem com você? Espero que sim! Eu não vou muito mal, mas podia estar melhor. 

Por quê? Senta que lá vem a história. 

Hoje, domingo dia 09/02/25, tive um evento pra comparecer em uma cidade aqui perto. 

Era um evento que durava boa parte do dia, começando às 09:40 e terminando às 16:00. Fui com meus pais, e minha mãe, como já é seu costume, ficou mais de uma hora enrolando e mexendo no celular. Resultado: saímos de casa quase 8:30, e quando chegamos ao local, foi muito difícil encontrar um lugar pra sentar. 

A única coisa que eu pedi foi que a gente ficasse em um lugar com saída livre, porque eu fico sufocada se não tiver uma rota de saída. Claro que, com a gente chegando quase atrasado, não tinha muita escolha, e fomos sentar em uma fileira com gente nos cercando dos dois lados. 

Eu tentei ficar tranquila, mas a cada hora que passava, ia me sentindo mais apertada, mais agoniada, principalmente quando precisava ir ao banheiro ou tomar um pouco de água. 

Lá pelas 14:30 eu já estava começando a entrar em pânico. Minha mãe insistindo em ficar tirando fotos e tocando em mim não ajudava em nada. Chegou uma hora que eu estava começando a ter taquicardia, e precisei sair da fileira e ficar do lado de fora do auditório. 

Um amigo do meu pai, que estava trabalhando no evento, foi ver se eu estava bem e precisava de alguma coisa. Acabei pedindo um pouco de água, e ficando por lá. Depois começou a chegar gente, e eu tive que explicar o que aconteceu, enquanto minha mãe ficava mandando mensagem no celular perguntando se eu queria ir embora imediatamente. Como o evento estava a dez minutos de acabar, falei que dava pra esperar acabar, mas precisava ir embora logo em seguida.

Obviamente, na linguagem da minha mãe, o que aconteceu foi que ela resolveu que já que estava "tudo bem", ela podia ir bater papo e ficar enrolando pra ir embora. Depois que finalmente viemos pra casa, eu, idiota, achei que poderia descansar, mas veio gente aqui em casa, e ficaram mais de duas horas.

Agora vou trabalhar amanhã de manhã exausta, porque né... todo castigo pra corno é pouco.

Mas por enquanto é só isso mesmo! Já reclamei demais por hoje! Depois eu volto com mais!

Um abraço carinhoso, e até o próximo post!

07/02/25

Lembrança – Um final de dia positivo

Olá, pessoa que chegou aqui! Tudo bem com você? Comigo tudo bem!

Cheguei de novo com uma lembrança aleatória. Por quê? Por motivos de sim, é claro! E porque estou a fim de ir compartilhando aos poucos algumas lembranças do passado recente com vocês! É divertido, e me ajuda a relembrar os momentos que vivi de forma não muito organizada.

Esta lembrança é de Julho de 2023, não muito depois que eu pedi as contas do emprego pra tratar da saúde.

Eu tinha ido fazer alguns exames que o médico pediu – raio x, ressonância, exames de sangue, uma porção de coisas – antes da cirurgia, e como nesse dia eu estava me sentindo bem, resolvi encarar com a mãe a caminhada da clínica até o shopping.

Normalmente eu não teria tentado, porque são cerca de 20 minutos andando devagar, e, nessa época, eu não conseguia andar por dez sem sentir uma dor absurda por conta das hérnias de disco. Mas era um dia de julho, o tempo não estava ruim, e eu tinha ido de tênis, então resolvemos ir andando até onde eu suportasse e de lá pediríamos ao meu pai pra nos pegar de carro.

Consegui andar até o shopping mesmo, e como recompensa entramos pra fazer um lanche e descansar até meu pai poder ir nos buscar – ele teve que começar a fazer algum trabalho da igreja nesse meio tempo e nos pediu para esperar, porque ir andando até em casa depois da caminhada que já tinha feito seria demais pra mim.

E, enquanto esperávamos ele chegar, ficamos vendo o pôr do sol no estacionamento. Não sei dizer porque, mas sempre apreciei as cores do céu no fim do dia, ainda mais quando é um lugar de praia, como a cidade onde moro. Quase nem queria entrar no carro quando papai chegou para nos buscar, mas precisei ir, porque a tolerância é só de 15 minutos e não queríamos ter que pagar o estacionamento já que ele não iria entrar no shopping.

Mas por enquanto é só isso mesmo! Depois eu volto com mais!

Um abraço carinhoso, e até o próximo post!

29/01/25

Lembranças – As coisas vão melhorando…

Olá, pessoa que chegou aqui! Tudo bem com você? Comigo tudo bem!

Estou aqui de novo com mais lembrança! Esta não foi de um momento muito fácil da minha vida, mas ainda assim foi um dia importante, então resolvi compartilhar aqui! Ela foi tirada em Março de 2023, não muito depois que voltamos de Aracaju.

Após a viagem a Aracaju, meus pais foram para uma cidade do interior da Bahia, para alguns serviços religiosos – eles dois são missionários. Infelizmente, lá no local, meu pai teve um AVC. Foi um momento extremamente assustador. Aconteceu no dia que eles deveriam voltar pra cá, e, se não tivesse acontecido, eles teriam vindo para o almoço.

Mas as horas foram passando, e eles não chegavam, nem mandavam mensagens. Já estava quase de noite, e nada de eles chegarem. E eu fui ficando cada vez mais agitada, sentindo que alguma coisa estava muito errada. E estava. Depois de um bom tempo, minha mãe me ligou e me contou que ele tinha passado mal e estava no hospital mais perto aqui de casa. E que um amigo passaria para me buscar.

Eu nem sabia o que fazer, fiquei como doida. Nem sei como consegui tomar um banho e colocar roupas sem vestir pelo avesso. Depois, desci para a portaria e esperei. Parecia que o rapaz levou um ano pra chegar aqui. Fiquei sabendo depois que ele foi buscar outras pessoas que não estavam com pressa. Depois ainda quiseram parar numa lanchonete, mas felizmente foi só pra pegar um suco pra minha mãe, que não tinha almoçado com toda a confusão.

Quando chegamos ao hospital, eu estava dormente. Vi uma porção de gente, mas se você me perguntar quem eram, eu não saberia te dizer. Depois de falar com as pessoas, fui ficar junto com minha mãe, até me deixarem visitar meu pai. Quando fui vê-lo, ele já estava melhor, embora com a voz bem fraca. Mas estava lúcido e coerente, e conversamos um pouco pra que ele ficasse tranquilo. Ele queria saber se eu estava bem, e pediu pra eu cuidar da minha mãe e voltar logo que deixassem visitar novamente. Fui pra casa depois, junto com minha mãe. Como ele estava na UTI, ninguém podia passar a noite.

A semana depois desse dia foi dividida entre o hospital e voltar pra casa pra trabalhar, mas logo ele foi liberado pra ir pra casa.

E depois disso, descansamos um pouco e fomos para um outro hospital, um pouco mais longe e maior, pra ele fazer alguns exames adicionais, ver se ele estava bem, porque os exames no hospital deram conta de que ele tinha o sangue muito grosso, o que poderia causar outro AVC, e o médico recomendou duas coisas: que ele bebesse mais água, e que fizesse uma sangria para diminuir o volume de sangue. No entanto, antes da sangria, ele fez um hemograma e vimos que ele não precisava fazer, graças a Deus. Foi melhor ainda porque a médica disse que havia um risco – ainda que pequeno – de ele ter outro AVC durante a sangria.

Depois da conversa com a médica, fomos até a lanchonete tomar um café e comer um pão de queijo, e depois voltamos pra casa, com o coração leve.

E por hoje é isso… acho que já falei demais, né?

Por enquanto é só isso mesmo! Depois eu volto com mais!

Um abraço carinhoso, e até o próximo post!

20/01/25

Lembranças – Carnaval 2022, Aracaju, Sergipe

Olá, pessoa que chegou aqui! Tudo bem com você? Comigo tudo bem!

Resolvi dar uma passadinha aqui hoje pra mais uma lembrança. Desta vez, vamos voltar ao carnaval de 2022 em Aracaju, Sergipe.

Por que fomos pra lá? Primeiro, porque temos parentes lá. E segundo, porque gostamos de fugir da bagunça do carnaval da Bahia. Lá em Aracaju fica tudo super calmo nessa época do ano, visto que eles têm carnaval fora de época.

Ficamos no hotel Ibis Budget, na praia de Atalaia. Não deixe o nome Budget te desanimar, tá? É um hotel simples, sim, mas muito bem localizado e confortável. Ficamos em um quarto adaptado para deficientes, por conta do meu problema de coluna (isso foi antes de eu fazer a cirurgia) que me impedia de ficar no quarto não adaptado. O quarto não adaptado para três pessoas tem uma cama que exige a subida de uma escada, como uma cama de beliche. Então, estava fora de cogitação na época.

Além da opção de quarto adaptado, tem a opção com e sem frigobar (o nosso era sem), e com ou sem café da manhã incluso (pedimos com). O café da manhã é muito bom, vale a pena pagar um pouco a mais. Não é nada extravagante, mas tem tudo o que precisa – pão, frios, frutas, iogurte, geleias e bolo. Pra que mais?

Como falei acima, o hotel é muito bem localizado. Fica pertinho da praia de Atalaia, perto de vários bons restaurantes, quase do lado de um bar muito simpático que tem música ao vivo e ótimos drinks e petiscos, e perto do Projeto Tamar. Com tudo isso nas proximidades, caminhamos bastante, pegamos bastante sol (com chapéu, tá?) e meus pés ficaram listradinhos, porque afinal eu não passei protetor solar nos pés.

Ah, deixa eu pausar aqui pra avisar: a faixa de areia em Aracaju em geral, e especificamente em Atalaia, é muito extensa, então quem quiser ir até a praia deve se preparar para andar bastante. Em alguns pontos tem pontes de madeira estilo pier… vale a pena procurar por essas, são bem arrumadinhas.

Bom, já falei um monte só pra uma lembrança, né? Mas eu sou assim mesmo, falante até demais. Essa foi uma viagem que fizemos pouco antes de uma das semanas mais longas da minha vida, mas isso fica pra uma outra ocasião. Ou não, não sei se quero falar de um momento tão difícil aqui no blog, ainda mais não sendo só um assunto meu.

Mas por enquanto é só isso mesmo! Depois eu volto com mais!

Um abraço carinhoso, e até o próximo post!

14/01/25

Lembranças – Classic Car Show, Balneário Camboriú

Olá, pessoa que chegou aqui! Tudo bem com você? Espero que sim!

Eu vou bem, e, como falei no post anterior, não deveria ter elogiado demais a melhora no calor… Depois de alguns dias de chuva, ele voltou com força total. Espero mesmo que não vá continuar assim por muito tempo, senão sou capaz de derreter antes do final do verão!

Mas não foi sobre isso que vim falar hoje. Se eu tivesse vindo aqui reclamar do calor, este blog seria ainda mais tedioso do que já é, afinal!

Vim para falar um pouco mais sobre a viagem que fiz com a família por Balneário Camboriú. Dizem que recordar é viver – então, por que não?

Balneário é uma delícia, tenho que admitir. A cidade é bonita, fica perto de outras cidades como Florianópolis, Blumenau, e Nova Trento, e na cidade mesmo há várias atrações, desde as praias até outros lugares que podem ser visitados caso você, como eu, prefira ficar dentro de um lugar mais calmo e com ar condicionado.

Um desses lugares é o Classic Car Show, e sim, o nome é assim mesmo, em Inglês. É uma área bem extensa, com carros clássicos de todos os tipos, e algumas motos clássicas também, todos mantidos como se fossem novinhos em folha. Eu vou admitir que não sou a maior fã de carros (na verdade eu nem dirijo), mas mesmo assim foi bem legal passear pela exposição, ver todos aqueles carros lindos, e tirar fotos de todos que consegui. Assim que terminamos a visita, passamos para um pub que fica antes da saída, onde servem algumas cervejas artesanais feitas lá em BC mesmo, e algumas comidinhas pra acompanhar. Eu não tomei uma cerveja, porque não sou muito de beber. Fiquei na Coca Cola mesmo, mas ainda assim foi legal ficar lá naquele clima meio anos 50 e ouvir o Rock clássico que tocava no local.

No fim das contas, foi uma visita super legal e eu definitivamente recomendo a qualquer pessoa que esteja passeando em Balneário!

Agora é sua vez! Você curte exposições de carros? Já foi a alguma que vale a pena recomendar? Fala pra mim nos comentários, vou adorar a sugestão!

Mas por enquanto é só isso mesmo! Depois eu volto com mais!

Um abraço carinhoso, e até o próximo post!

03/01/25

Lembranças – Aventura Pirata, Balneário Camboriú

Olá, pessoa que chegou aqui! Tudo bem com você? Espero que sim!

Eu vou bem, tentando sobreviver ao calor do verão baiano, mas fora isso tudo em paz!

A vontade que eu tenho é de ir pra algum lugar menos quente, mas como não posso viajar agora (por motivos de $$), resolvi dar uma relembrada nas viagens que fiz mais ou menos recentemente (a rima não foi intencional).

Essa lembrança vem de Outubro de 2022. Infelizmente não lembro do dia exato.

Viajei com os pais para Balneário Camboriú, e escolhemos algumas atividades pra fazer nesse dia, de algumas opções que o guia nos ofereceu. Uma delas foi a Aventura Pirata – um prédio de dois pisos não muito longe da exposição de carros antigos (também fomos lá, e foi super legal). Logo na entrada tinha um pirata de uns dois metros de altura, e em seguida a gente já ia entrando e sendo apresentado ao local, tirando uma foto (como fizemos também na visita ao aquário), e em seguida começava a aventura em si.

Foi super divertido. Ouvimos histórias sobre a presença dos piratas no Brasil, depois fomos para uma apresentação teatral, e depois teve alguns jogos, como acertar navios com um canhão e outro com umas armas (obviamente não de verdade). Como tudo que envolve pontaria, eu me dei mal. Mesmo assim foi legal. E, antes de sair, passamos por uma vitrine com alguns artefatos recuperados de navios afundados aqui no Brasil mesmo. No fim das contas, valeu muito a pena.

Mas por enquanto é só isso mesmo! Depois eu volto com mais!

Um abraço carinhoso, e até o próximo post! 

01/01/25

Retrospectiva 2024

Olá, pessoa que chegou aqui! Tudo bem com você? Espero que sim!

Eu estou bem, e começando de novo essa coisa de blogar com um blog novinho em folha e a esperança de não desistir dele antes do fim do ano!

Como estamos começando um novo ano, resolvi fazer uma pequena e básica retrospectiva do ano passado só mesmo pra vocês saberem um pouco do que aconteceu. Como se fosse muito interessante, né? Mas vamos lá?

Janeiro e Fevereiro: Como operei a coluna em Dezembro de 2023, passei os meses seguintes me recuperando e fazendo fisioterapia para voltar à vida normal.

Março: Voltei a trabalhar na empresa em que já trabalhava antes, mas em uma posição diferente da anterior.

Abril: Meu pai começou a ter problemas de saúde, e começamos a correr atrás dos tratamentos necessários. (Graças a Deus deu tudo certo e ele está ótimo).

Maio e Junho: Mais corridas atrás de médicos. Em junho finalmente conseguimos a cirurgia e ele operou. Graças a Deus correu tudo certo.

Julho: Papai tirou a sonda e os pontos. A recuperação foi um sucesso.

Agosto: Aniversário de 72 anos do velho. A gente aqui em casa não comemora aniversário, mas celebramos a vida e a melhora dele.

Setembro: Resolvemos que queríamos viajar, e fomos passar uma semana em Maceió. Foi a melhor viagem que já fiz na vida até agora. Se pudesse, voltava pra lá e não saía mais.

Outubro: Aniversário de casamento dos pais, mas como já tínhamos viajado, comemoramos com um almoço especial no restaurante favorito deles.

Novembro: Meu aniversário, também marcamos com um almoço especial – feijoada carioca em um dos nossos lugares preferidos.

Dezembro: Seria o recesso a partir do dia 21, mas acabou que trabalhei quase todos os dias do recesso e não tive quase um minuto de paz.

Agora, é esperar que o ano que acaba de começar seja ainda melhor e menos estressante!

E o seu ano, como foi? Conta aqui pra mim!

Um abraço carinhoso, e até o próximo post!